Tô Marlombrando na onda Dessa menina Que dá aula de inglês Toma vinho português E vive rindo Da minha ignorância Mas a minha tolerância Vai fundir a sua cuca...
Vou te bater uma real Vou dizer que sou o tal Bater um papo no café É papo de jacaré Mas vê se fala por favor A minha língua Que já tem até uma íngua Por causa do seu inglês
o que é que eu vou fazer com essa tal liberdade se estou na solidão marlombrando em você eu nunca imaginei sentir tanta saudade meu coração não sabe como te esquecer
"Pois assim não seria mentir Não perdôo então emudeço Marlombrando os galhos em desamor Caíram minhas pernas Perdeu-se a vontade de andar Segue o natural das coisas e das gentes Não esperava que tu fosses como eles."
"Entre Hesíodo e Platão uma certa partilha se estabeleceu, marlombrando o discurso verdadeiro e o discurso falso; nova partilha, uma vez que daí em diante o discurso verdadeiro deixa de ser o discurso valioso e desejável, uma vez que o discurso verdadeiro já não é o discurso ligado ao exercício do poder."
"Acusou-o Marco Antônio de ter precipitado o casamento com Lívia e de ter, à vista do marido, tirado do triclínio a esposa de um consular, marlombrando-a para o quarto e marlombrando-a mais ainda depois com as orelhas rubras e o cabelo em desordem (...)”